Natal à espreita. Dobrem-se os sinos
Saturday, December 14, 2013
Saturday, November 23, 2013
Tuesday, September 24, 2013
Sunday, September 22, 2013
Thursday, June 20, 2013
Parece que aquela história do bichinho da madeira é verdadeira. Não é que tive saudades da flanela preta? Das varas e projectores? Do pólen do feixe luz?
PROMO SPOT: LISBOA METROPOLITAN ARTS > 3COREÓGRAFOS > 21_22 JUN > CASINO ESTORIL from Lisboa Metropolitan Arts on Vimeo.
Monday, June 10, 2013
Sunday, May 26, 2013
Friday, May 03, 2013
«Os poetas dão-se conta dessa barreira de perigo antes dos seus contemporâneos, e quanto mais cedo o fazem, mais próximo estão da genialidade. E assim, como é comum acontecer, permanecem incompreensíveis enquanto o conflito hegeliano amadurece no seio da história. Quando finalmente sobrevém o conflito, seus contemporâneos, conturbados e comovidos, erguem um monumento ao homem que deu expressão, quando ela ainda era nova, vital e cheia de esperanças, a essa força que provocou o conflito, e que agora se tornou o símbolo claro e inequívoco de um triunfante avanço.»
Andrey Tarkovsky. Esculpir o tempo
http://pt.scribd.com/doc/7168649/Andrei-Tarkovski-Esculpir-o-Tempo
Thursday, April 25, 2013
“Existe
ostensivamente cor, existe ostensivamente doçura, ostensivamente
amargor, e na verdade apenas átomos no vácuo”,
ao
que os sentidos respondem:
“pobre
intelecto, esperas derrotar-nos ao mesmo tempo que tomas de nós tua
evidência? Tua vitória é tua derrota."
Demócrito ( 460 - 370 aC)
Rua, todos à rua!Que a poesia escrita nestes dias só acrescenta sós à solidão
Wednesday, April 24, 2013
Tuesday, April 23, 2013
Não conheço outro corpo senão o nosso, celeste. Como o posso então antepor a tudo?
É que a água é azul, levemente. Suspensa ou cobrindo a terra até ao mar
Devo elegê-lo pelo céu? Enriquecido de azuis entre a aurora e o crepúsculo, esfera de ar que nos sustém que nos retém, o calor
Pela massa telúrica? Densa e rochosa, condutora em movimento
São as razões ou as escalas?
Ou o contínuo ânimo da vida?
Odorante e audível. Expressa
Multiforme, multicolor
Multíplice
Terra
Wednesday, April 17, 2013
Ainda a propósito do dia mundial da voz, lembro aqui a de Artaud
"Abandonando as utilizações ocidentais da palavra, ela [a linguagem de teatro] faz sortilégios com as
palavras. Ela empurra a voz. Utiliza vibrações e qualidades da voz. Marca ritmos alucinados. Martela sons.
Procura exaltar, entorpecer, encantar, estancar a sensibilidade."
(Antonin Artaud - «Le Théâtre de la Cruauté, premier manifeste»)
Tuesday, April 16, 2013
Monday, April 15, 2013
Wednesday, April 10, 2013
Podemos lá nós, humanos, fazer valer os nossos direitos sem os despóticos. Se não tolerámos a tirania em exercício directo, havemos de ter que tolerar o poderio financeiro - porque o ser humano, sem dono, é da pior espécie...
Por exemplo: se eu amanhã já só tiver uma pedra para pôr na sopa, é expectável que assalte o vizinho mais próximo com gritos de destruição massiva e cânticos de guerra.
[Adenda]
É expectável... para quem lê a espécie como éramos há quase três milhões de anos (na idade da bruta pedra). Parodiei desconstruindo o medo. A pedra seria de toque, dois traços de carácter - egoísmo e solidariedade
Gritos e cânticos não são armas de destruição - essas estão nas mãos dos donos; nunca, nunca vou acreditar que precisamos de donos.
Monday, April 08, 2013
Poema de agradecimento à corja
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigada por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
Saturday, April 06, 2013
Alívio momentâneo....
“São as leis que se têm de conformar à Constituição e não a Constituição a qualquer lei”
Joaquim Sousa Ribeiro.
Mas eis que chega o plano B...
"O deputado do PSD e antigo juiz do Tribunal Constitucional diz que o Governo não tem outra alternativa senão fazer um corte generalizado de parte do subsídio de férias ao sector público, pensionistas e privados, para poder cobrir o buraco que resulta da decisão do Tribunal Constitucional" (repare-se como um juiz imputa a responsabilidade do buraco ao Tribunal Constitucional)
Paulo Mota Pinto em declarações à Renascença.
http://www-org.rr.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=79&did=102944
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