Saturday, July 29, 2017

Sunday, March 12, 2017

BoOoa tarde Blogue

Tenho a chave ainda, vou entrar, sim? Isto é tão sossegadinho e luminoso

Querido blogue, fiz 50 anos e continuo a "perder-me muitas vezes pelo mar com o ouvido cheio de flores recém cortadas" Vou mudar-te o nome, ok?

Saturday, December 14, 2013

Natal à espreita. Dobrem-se os sinos


Saturday, November 23, 2013

Tuesday, September 24, 2013

"Umbela, eis a palavra do outono
no seu verde repouso
sobre a superfície lisa e pura." 

António Ramos Rosa

Sunday, September 22, 2013

Thursday, June 20, 2013

Parece que aquela história do bichinho da madeira é verdadeira. Não é que tive saudades da flanela preta? Das varas e projectores? Do pólen do feixe luz?

PROMO SPOT: LISBOA METROPOLITAN ARTS > 3COREÓGRAFOS > 21_22 JUN > CASINO ESTORIL from Lisboa Metropolitan Arts on Vimeo.

Sunday, May 26, 2013

Friday, May 03, 2013




«Os poetas dão-se conta dessa barreira de perigo antes dos seus contemporâneos, e quanto mais cedo o fazem, mais próximo estão da genialidade. E assim, como é comum acontecer, permanecem incompreensíveis enquanto o conflito hegeliano amadurece no seio da história. Quando finalmente sobrevém o conflito, seus contemporâneos, conturbados e comovidos, erguem um monumento ao homem que deu expressão, quando ela ainda era nova, vital e cheia de esperanças, a essa força que provocou o conflito, e que agora se tornou o símbolo claro e inequívoco de um triunfante avanço.»

 Andrey Tarkovsky. Esculpir o tempo
 http://pt.scribd.com/doc/7168649/Andrei-Tarkovski-Esculpir-o-Tempo

Monday, April 29, 2013

músicadançamúsicadançadança músicadançamúsica :)



Thursday, April 25, 2013


Existe ostensivamente cor, existe ostensivamente doçura, ostensivamente amargor, e na verdade apenas átomos no vácuo”,
ao que os sentidos respondem:
pobre intelecto, esperas derrotar-nos ao mesmo tempo que tomas de nós tua evidência? Tua vitória é tua derrota."  

Demócrito ( 460 - 370 aC)

Rua, todos à rua!Que a poesia escrita nestes dias só acrescenta sós à solidão



Wednesday, April 24, 2013

Tuesday, April 23, 2013

Mas o dia, hoje, é dos livros :)






Não conheço outro corpo senão o nosso, celeste. Como o posso então antepor a tudo?
É que a água é azul, levemente. Suspensa ou cobrindo a terra até ao mar
Devo elegê-lo pelo céu? Enriquecido de azuis entre a aurora e o crepúsculo, esfera de ar que nos sustém que nos retém, o calor
Pela massa telúrica? Densa e rochosa, condutora em movimento
São as razões ou as escalas?
Ou o contínuo ânimo da vida?
Odorante e audível. Expressa
Multiforme, multicolor
Multíplice
Terra

Wednesday, April 17, 2013


Ainda a propósito do dia mundial da voz, lembro aqui a de Artaud 






"Abandonando as utilizações ocidentais da palavra, ela [a linguagem de teatro] faz sortilégios com as
palavras. Ela empurra a voz. Utiliza vibrações e qualidades da voz. Marca ritmos alucinados. Martela sons.
Procura exaltar, entorpecer, encantar, estancar a sensibilidade."
(Antonin Artaud - «Le Théâtre de la Cruauté, premier manifeste»)

Tuesday, April 16, 2013

Monday, April 15, 2013

Está na cartilha :

"We shall never, probably, disentangle the inextricable web of affinities between the members of any one class; but when we have a distinct object in view, and do not look to some unknown plan of creation, we may hope to make sure but slow progress."

Wednesday, April 10, 2013


Podemos lá nós, humanos, fazer valer os nossos direitos sem os despóticos. Se não tolerámos a tirania em exercício directo, havemos de ter que tolerar o poderio financeiro - porque o ser humano, sem dono, é da pior espécie...
Por exemplo: se eu amanhã já só tiver uma pedra para pôr na sopa, é expectável que assalte o vizinho mais próximo com gritos de destruição massiva e cânticos de guerra.

[Adenda]

É expectável... para quem lê a espécie como éramos há quase três milhões de anos (na idade da bruta pedra). Parodiei desconstruindo o medo. A pedra seria de toque, dois traços de carácter - egoísmo e solidariedade
Gritos e cânticos não são armas de destruição - essas estão nas mãos dos donos;  nunca, nunca vou acreditar que precisamos de donos.